O dia em que o Enzo (quase) morreu

Já contei várias passagens da minha vida (na verdade só uma, mas finjam que foram várias), mas nenhuma, e quando digo isso não é pra impressionar, nenhuma se compara ao dia que meu amiguinho caiu, no meio da sala de aula. Acho que na sétima série.

Primeiro vou falar um pouco sobre os atributos físicos do meu amigo, que vamos chamar de Enzo (pois esse é realmente o seu nome), bom ele tinha 103 quilos. Isso mesmo, você leu certo! Cento e três quilos muito mal distribuídos no seu um metro e sessenta. Cerca de trinta e quatro baldes de óleo na sua cara, que brilhavam muito. Bom, imaginem.

O Senhor Enzo, que vivia me pedindo dinheiro emprestado, gordo miserável, sempre se achou um menino muito forte. Porque ele era. Muita gente tinha medo do garoto, ele era quase meu segurança particular. Fui bem amigo dele nessa época.

Bom, depois de quatro parágrafos de enrolação e tentativas frustradas de fazer vossa senhoria rir, vamos ao fato. Uma sexta feira, eu sei que era uma sexta feira pois estava tendo aula de redação com a Sílvia (Sílvia, se você ler isso, não critique minha falta de coerência textual, obrigado), eu e os outros retardados com falta de neurônios (Oh meu Deus! Primeiro link interno) resolvemos que era uma boa idéia esconder o livro do Enzo no armário atrás da sala.

Qual foi minha surpresa quando o gordo, ao avistar seu precioso livro de matemática (que era necessário, se nós não estivéssemos com material completo de matemática nossa professora fazia questão de não descansar até transformar toda nossa vida em dor, mas isso é assunto para outro post), ele abandonou sua conversa com a professora e partiu para recuperar seu livro, foi aí que começou aquela cena que vou contar aos meus netos.

O coitado pisou numa mala, escorregou lindamente, e caiu que nem um saco de peito de peru (comparações infelizes ): ), ele caiu de uma forma que fez a estrutura do colégio tremer. Cada tijolo, cada freira, cada professor, cada aluno, começou a rir instantaneamente. Foi o dia mais feliz da minha vida. Aquela queda será passada de geração em geração, até as pessoas da minha família começarem a se perguntar que tipo de bebida fora ingerida pelo infeliz que resolveu passar esse fato a frente.

Não estou muito contente com o resultado final dessa merda, mas estou sem vontade de revisar, então boa sorte pra quem for ler. Beijos me liga.

PS: Estou preparando um texto sobre meu Xbox 360, aguardem (:

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Uma resposta para “O dia em que o Enzo (quase) morreu

  1. Kra mancada vc fla assim de mim…….

    mais a pura verdade eh essa ….

    meu vc consegiu dar mais graça ao fato mais engraçado da minha vida…

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